A 2ª temporada de O Instituto, série baseada no romance de Stephen King, estreia em 8 de novembro de 2026 no MGM+, nos Estados Unidos. A data foi divulgada nesta segunda-feira (28). Stephen King compartilhou o anúncio nas redes sociais com uma frase curta sobre o rumo da história: “as crianças cansaram de fugir”.
Os novos episódios continuam a trama do ponto em que a primeira temporada terminou. Luke Ellis e as outras crianças que escaparam do Instituto deixam de apenas se esconder e passam a tentar expor os crimes da organização. O final da temporada anterior revelou que existem outras unidades do Instituto espalhadas pelo mundo, o que amplia a conspiração.
Voltam ao elenco Joe Freeman, como Luke, Ben Barnes, como o ex-policial Tim Jamieson, e Mary-Louise Parker, como a diretora Sigsby. A novidade é Alfie Allen, conhecido por Game of Thrones, que entra no papel de um novo personagem. Jack Bender e Benjamin Cavell seguem à frente da produção.
A mudança de rumo tem explicação: a primeira temporada já cobriu quase todo o livro. Assim, a 2ª temporada deve avançar para além do que Stephen King escreveu, algo que costuma dividir os fãs de adaptações.
Sobre “O Instituto”
No livro, publicado em 2019, Luke é um garoto de 12 anos com inteligência fora do comum. Uma noite, ele é sequestrado em casa e acorda num complexo escondido numa floresta do Maine. Ali, crianças com telecinesia (a capacidade de mover objetos com a mente) ou telepatia são submetidas a testes cruéis. No Brasil, o romance saiu pela Suma, selo do Grupo Companhia das Letras, com tradução de Regiane Winarski. A página da editora traz sinopse e formatos disponíveis.
O Instituto é uma das várias obras recentes de King levadas às telas. Outro caso foi A Vida de Chuck, adaptada por Mike Flanagan, diretor conhecido pelo terror. Para quem quer começar pelo papel, montamos uma lista de livros curtos de terror para ler em um fim de semana.
No Brasil, a primeira temporada estreou no MGM+ em julho de 2025. A distribuição da segunda temporada no país ainda não foi confirmada. Até agora, só a data norte-americana está definida.
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